domingo, 28 de setembro de 2008

CONFESSION .. BEKENNTNIS .. CONFESSIONE PART I




“So when the fight is over, And the storm is through, Now will you pick another? What will you get into?” é a ouvir isto que penso naquele Sudoeste, neste verão, naqueles amigos…
Tenho vontade de vos ver, de me rir convosco… Mas…
Apetece-me ficar aqui! Descobri-me…
Vou ficando
Dia 22, 23

Entre ficar em casa, falar com os professores para nos inscrevermos nas cadeiras e dormir muito, pouco mais fizemos. Não registo fotográfico, Desolee!

sábado, 27 de setembro de 2008

Estória do filme!

Nós bem que queríamos mostrar o belo do filme mas como tem mais de 100mb não da… vou ver o q posso fazer em relação a isso! Vamos falando... os dias que faltam vamos tentar colocar o mais breve possível.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Dia 21

Acordar tarde. Abancar numa esplanada num canal no meio de dezenas que existem em Amesterdão. Preparar as malas e ir para o TGV. Aquilo anda mesmo a uma grande vitesse. Quatro horas de viagem e voilá! Grande Comitiva na Gare du Nord e como se os cogumelos mágicos não tivessem chegado bora rir no jantar com os mexicanos. Ehehe Enjoy!
Dia 21 - Paris

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Estava um dia excelente com muito sol ! Já há muito tempo que andava com curiosidade para ir a Sacré Coeur, e escolhemos o domingo para ir. Depois de chegarmos a estação de Anvers, subimos até a Igreja e vimo-la por dentro. Mais uma vez, imensos turistas!
Passámos o resto da tarde a conversar na escadaria da Sacré Coeur, e a ver as paisagens lá de cima. Almoçámos em Montmartre, e ficamos por ali mesmo porque a Diana chegava nesse dia e a Gare du Nord é ali pertinho. Depois de irmos buscar a Diana á estação fomos jantar em Nation, juntamente com o Max e mais dois amigos, um colombiano e um mexicano. Mais uma vez, foi um jantar super divertido, especialmente na parte do "Hakuna Matata" em espanhol (ver filme Diana)

Dia 20 - Paris

Se achámos que no dia anterior havia turistas, nem vos falo do Sábado. Sendo o fim-de-semana do Património, e sabendo que os museus tinham entrada livre, ainda assim nos metemos no louvre. Depois de algumas demoras a fazer o cartão louvre, a almoçar e descobrir que afinal o Louvre era dos poucos museus que não entrava nesta história de entrada livre, conseguimos entrar. Começamos por uma sala enorme, cheia de estátuas da Grécia e de Roma, das quais o Alexandre contou-nos imensas histórias sobre deuses, imperadores e guerreiros. Como todos concordámos em não nos demorar-mos muito no museu, passámos logo para a sala do Renascimento, onde vimos a Mona Lisa. Passámos ainda os olhos por uns quadros do Delacroix e apreciamos as salas, os tectos espectaculares e os corredores extensos do Louvre.
Já que estávamos na zona, não podíamos de deixar passar pela Rue de Rivoli e experimentar o famoso chocolate quente do café Angelina. Super bem decorado, estilo Belle Èpoque, o Angelina tinha um ambiente acolhedor. O chocolate quente era bom, mas nada por aí além! (Ver filme- dia 21)
Dia 20 - Amesterdão Holanda








































A noite no pub foi até tarde, por isso para apanhar o comboio das 11:25 para Amesterdão não se dormiu lá grande coisa. A chegada a Amesterdão marcou-se pelas 14h. Meteram se as malas no Hostel que era um barco no meio do canal. Perguntamo-nos várias vezes como caberiam 35 pessoas a dormir naquele barco, quando lá chegámos percebemos;) Demos corda aos sapatos e vamos lá conhecer Amesterdão. Almoçámos num restaurante tailandês ao qual espero não voltar, pois a comida era picante e tinha um sabor frutado na comida que não aguentei… Rebentei!! Entre canais que entrelaçavam umas casas às outras, em vários pontos, com manchas verdes da natureza e raios brilhantes do sol, completadas por piadas a 2eur, e chutos no rabo a 1 eur, sentámo-nos numa esplanada perto do Hard Rock Café. Antes de irmos descansar as pernas para o Hostel optámos por jantar numas pizzas a 5eur. Rimos tanto, mas tanto, que ponderámos que os cogumelos que estavam na pizza, possivelmente seriam MÁGICOS!!!LOL Passámos pela redlight street, que deus que me perdoe, mas pensava que era melhor! Não que elas fossem poucas, mas achei as janelas pequenas… acham normal?! Só eu… Não me fez confusão observar tudo aquele espírito característico da cidade, a prostituição e o consumo legal de drogas. Certo é que encontrámos muita desgraça, muito pessoal aos sssss, outros deitados no chão, há de tudo… Descansámos no hostel até as 23.30h saímos, mas armámo-nos em meninos e fomos para a cama às 2.40 da manha! RedLight Dreams*

Dia 19 - Maastricht Holanda



Um belo dia de Sol, propicio a uma volta de bicicleta por toda a cidade belíssima e pitoresca! Lá coloquei a bicicleta no descanso ao fim de 3h, e visitei a cidade a pé! Entre edifícios fantásticos e com estória, até casas decoradas em pormenor, deliciei-me com os encantos desta cidade nórdica. A noite caiu e nós caímos nos pubs da noite nórdica, fica a curiosidade de ser a mais baixa nesse bares e de existir muita gente simpática a querer tirar fotos, como podem observar ;). Conselho: Vão visitar Maastricht!
19 de Setembro - Paris

Sexta-feira foi o dia da Notre Dame. Encontrei-me com uns amigos, na St. Michel e fomos almoçar a uma pizzaria um pouco escondida mas óptima! Acabado o almoço, aproveitamos a proximidade para ir á Notre Dame. Apesar da enchente de Turistas, lá conseguimos entrar numa das mais famosas e antigas igrejas de Paris. Adorei os vitrais. A luz que entrava iluminava a igreja de uma forma espectacularmente divina hehehe. Quando saímos tivemos a ver as vistas. Passeámos pelos Sena, tiramos mais fotografias, comemos gelado, sentámo-nos nas margens do rio a conversar, a rir e como diz a Diana a “apanhar Soleil”. (ver filme- dia 21)
18 de Setembro - Paris

Visto que a Diana não estava em Paris, por se encontrar em Maastricht e Amesterdão, aproveitei estes quatro dias para conhecer Paris. Armada em Turista, calcei os ténis, peguei na máq. fotográfica e parti á descoberta.
Depois de deixar a Diana na Gare du Nord, eu e uma amiga seguimos para Invalides para passarmos a tarde na Torre Eiffel. Quando lá chegámos, estava cheio de gente ! Compramos os bilhetes e lá fomos. Subimos até ao último andar (de elevador CLARO!!!) e tirámos imensas fotos da vista de Paris. Dava para ver a Sacré Coeur, a cúpula do Panthèon e do Dôme dês Invalides.
Parece que quando decidimos descer, foi quando todos decidiram o mesmo: esperamos 30 min só para sair da torre.
Quando finalmente conseguimos sair, seguimos em frente, percorrendo os “Champs-de-mars” até ao final, chegando então á école militaire.
Parámos de andar apenas para nos sentarmos num dos muito charmosos cafés de Paris. O café era lindo! Cadeiras de veludo vermelho, mesinhas de madeira e cheirinho a doces. Como boas parisienses que somos, comemos umas baguetes acompanhadas de chá e café.
Depois do lanchezinho, andámos até ao Dome des Invalides e por toda aquela zona. Os jardins, as avenidas, a vista para a ponte Alexandre III, os prédios, e o sol, fizeram com que Paris parecesse de facto uma cidade romântica e maravilhosa. (Ver Filme - dia 20)
Dia 18 - Maastricht Holanda





Após dormir 4horas, o que não é propriamente saudável, lá fui eu com a minha mala, um pouco grande e pesada para o TGV na gare du Nord. Uns jovens da marinha meteram logo conversa comigo, pois queriam saber se estavam no comboio certo ou não. Como se eu tivesse cara de experiente nestas andanças… A viagem que se adivinhava longa e aborrecida, passou num abrir e fechar de olhos sempre com conversa animada. Os meninos iam para Amsterdão para uma prova da marinha. Franceses que falavam inglês (graças a deus), já tinham viajado meio mundo! Trocaram se os números de telefone e ficou a promessa de nos encontrarmos em Paris. Maastricht uma cidade relativamente pequena, com pessoas educadas e simpáticas revelou se surpreendente para quem estava à espera de um mundo holandês cinzento. Bicicletas em todo o lado e mais algum, mais parecia uma procriação de coelhos. Com o cair da noite, escolhe se o restaurante mais caro da cidade (quase) e vai se dormir!
17 de Setembro







Saímos tarde de casa porque a preguiça era muita e o tempo cinzento também não ajudou. Chegámos a Paris, por volta das 5 para irmos ter com a nossa Ritinha. Como é obvio e para não variar, fomos ao Starbucks da St.Michel. Aí decidimos que a Ritinha e a Diana iam á Gare du Nord comprar os bilhetes para a viagem a Amesterdão, e eu ia ter com a Patricía ao Jardim do Luxemburgo. A Patrícia é uma rapariga que andou comigo no colégio e que há quatro anos mudou-se para Paris. Nada como estar numa cidade que não é a nossa, e encontrar gente conhecida.
Depois de umas voltas no jardim do Luxemburgo e de por a conversa em dia, seguimos em direcção a Nation onde estavam a nossa espera a Diana , Ritinha e o Max para jantar. O que aconteceu é que eu e a Patrícia acabamos por nos perder em Nation e acabámos por andar a pé duas estações, tudo por causa de umas mensagens confusas, poucos claras, e de umas faltas de bateria. Mas enfim, um pouco de jogging nunca fez mal, especialmente antes do jantar para abrir o apetite. O jantar foi muito engraçado, porque falava-se 4 linguas ao mesmo tempo. A patrícia falava com o Max em francês. Eu a Diana e a ritinha, falávamos em inglês, o Max respondia em italiano e nos as 4 raparigas falávamos umas com as outras em português! Que confusão! Ás tantas já nem sabíamos em que língua falar e já andávamos todas trocadas.
Depois do jantar, a Ritinha foi para o Hotel, e os restantes seguiram para o metro. Passámos a viagem toda a tirar fotografias!! A patrícia deve ter tirado umas 100 fotografias. Já que não tínhamos tirado no restaurante tínhamos que aproveitar no metro, certo?
Na viagem de metro até casa da Patrícia podemos constatar 2 coisas: que o metro está tão cheio de noite, como está de dia, e que as vezes, o metro em Paris pode ser realmente confuso. Estivemos 10 min a procura de uma maneira para nos metermos na linha certa! Enfim…deixamos a patrícia em casa, vimos a torre Eiffel de noite, toda azulada e com estrelas por causa da união europeia e rumanos a casa. Chegámos á meia noite e meia.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Dia 16

Nem com a minha ida posterior para a tomada do banho, a Diana se despachou antes de mim. Enfim…! Começamos o dia na Rue Tolbiac, para a reunião de Erasmus do Curso de Economia. Conhecemos a Rita, portuguesa da Católica do Porto, e o Chris, um inglês de warwick que mal abria a boca . Depois do almoço, seguimos para nada mais nada menos que os Champs- elisees. Quem tá aqui em Paris connosco sabe o que vamos dizer: “Aux Champs-Élysées, Aux Champs-Élysées, Au soleil, sous la pluie, À midi ou à minuit, Il y a tout ce que vous voulez, Aux Champs-Élysées”
Tomámos café lá mesmo com um italiano, Max. É amigo de um amigo da Diana. Acabou por ser uma óptima companhia, que juntamente a uma boa dose de risada, umas aulas de italiano e uma conversa sobre mercado de trabalho na área de economia e gestão fez com que a tarde virasse noite! Depois de umas fotos, mesmo á turista, do arco do triunfo fomos para casa.


Dia 15

Depois de ver os blogs do outro pessoal de Erasmus cheguei a conclusão que também tenho um blog e que era boa ideia deixar de ter preguiça e começar a escrever nele. Para começar tá imenso frio lá fora e cá dentro. Andamos em casa sempre a ranger os dentes porque o chão é de mármore, e achamos ridículo ligar o aquecimento em Setembro!
Bom de qualquer maneira, hoje acordamos lá para as 10.30! Sim, porque ainda estamos de férias hehehe. Tomamos os belos dos cereais e cada uma foi para o seu quarto para a arrumação matinal. Pouco depois estávamos no quarto da Diana a decidir o passeio do dia: Campos Elísios ou Torre Eifel.
Quando finalmente saímos de casa, dirigimo-nos à estação do RER. Eram 4 horas e tínhamos comboio as 4 e 7. Claro, graças a mim, enganámo-nos no caminho e não o conseguimos apanhar. Sim, porque eu insistia k tínhamos k passar uma ponte enquanto que a história da ponte era bem mais á frente.
16.45 – Chegada à estação St.Michel/ Notre Dame. Metro até Maubert/Mutualité. Assim que saímos do metro dirigimo-nos para a Phone House da Boulevard St. Germain., porque íamos com a ideia de tratar da net. Sim, porque depender do humor da vizinha para usar a net não dá com nada. Queríamos então daquelas pen´s que em terras lusas fazem sucesso, mas que em terras gaulesas são uma perca de tempo, dinheiro, paciência e eficácia. Ao menus sempre deu para dar dois dedos de conversa com os nossos amigos de quartier latin.. Porque eu e a Diana metemos conversa com todos os que nos aparecem á frente, arranjamos dois na Phone House: Philippe e Malick. Até já andamos a tentar arranjinhos entre o Malick e a Jessica (a recepcionista do hostel dos primeiros dias. Super simpática) mas nada feito.
Seguidamente, fomos para o milky, centro de Internet ainda na saint germain. Quem la trabalha é o Fausto. Um tuga, maluco, que virou a vida de cabeça para baixo, mudando –se para Paris do nada. Vimos os emails, falamos com os amigos e bazámos para casa. Conclusão: NAO FOMOS VER NADA!
Chegámos a casa, a Diana preparou um jantar espetacular e vimos a correr para a net para falar com a família, amigos e escrever no blog na esperança que a vizinha não mudasse de humor e cortar a net une autre fois…!

Como diria a Diana: “ Beijinhos, kisses, Bisousssssss”
Dia 14

O dia de hoje foi muito calmo e pacifico por zonas francesas;). Acordamos tarde e fomos arrumando os quartos ao nosso jeito. O resultado final foi muito diferente do inicial tal como era pensado. Da parte da tarde fomos visitar o 6ème de Paris, apanhámos o RER C – Ville Orly e seguimos para o centro estação St. Michel demorámos 25 min, o que nos agrada imenso dadas as belíssimas condições onde nos encontramos. Passeámos pelo Bairro Alto aqui da zona, rue Moufftard e seguimos para o Jardim do Luxemburgo onde assistimos a um belo por do sol, magnifique diria… até que ouvimos uns assobios que eram, nem mais nem menos, a policia a mandar toda a gente embora porque queriam fechar o recinto. Decidimos que hoje não haveria mais nada a fazer, há que ter cuidado nesta cidade, pois qualquer coisa que queiram comprar no mínimo são 2,50eur.
Record Guiness de fotos: tirámos 458 fotos em 2 horas
Dia 13

Dia interessante… Lavar casa, roupa e ir ao “marche”…, andamos 30km a pé para ir ao marche, por vezes á chuva… coisa bonita viver nos arredores! O carro era tão grande, mas tão grande que as compras foram no carro e nós… a pé! E as compras sem sacos porque cada saco aqui custa 15 cent. E se n houvesse carro? CHULOOOSS!
Dia 12

Dia marcado com a mudança para Orly-Ville e tentativa falhada de ver o papa… ainda não percebemos bem porque. Aproveitámos e almoçámos com o Alex no CROUS perto da nossa faculdade, e vimos a biblioteca François Mitterrand
Dia 11

Fomos a Maison Internationale da parte da manha. Enquanto estávamos á espera para sermos antendidas, a Diana reparou num agravante cheiro a suor, que não se podia mais. Chegámos a conclusão que para muitos desodorizante ainda não existe.
Com tanta conversa em português sobre cheiros , ouvimos de repente “Vocês são portuguesas?”. Mais um brasileiro que por ventura também conhecia o Alexandre. Como Paris, afinal, é pequeno.
Provavelmente, da parte da tarde fomos para a net na St Germain. A meio da tarde liga-nos a nossa então futura flatmate, Fabienne, para darmos uma volta á noite. O local escolhido foi a Rue Mouffetard, uma espécie de Bairro alto, onde se juntam bares e barraquinhas que vendem Paninis e Crepes. Très Bon!



Dia 10

Tranquilíssimas. Depois de termos a esperança de que a casa de orly ia-nos servir perfeitamente, o dia correu na maior das calmas. No entanto ainda fomos ver uma casa na Rue Ville Grenelle. Ainda nos disseram que essa rua não existia, e que Ville Grenelle era uma zona e não uma rua mas a super Diana com os seus mega mapas, descobriu a rua num abrir e fechar de olhos. Ninguém diz a Diana Senhorinho que uma rua não existe quando ela sabe que tá lá. De qualquer maneira, a senhora esqueceu-se que vínhamos ver a casa. 30 min depois apareceu, mostrou nos a casa maravilhosa, estilo arte déco que tinha, mas bastou dizer que queríamos para 6 meses que recusou imediatamente! E o que é que as meninas fizeram? Foram para o café do metro comer Riz de poulet e fazer filmes hehehe. Da parte da noite, fomos ver a casa de orly.
Gostamos.
Durmimos ainda mais tranquilas.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Ai destino, ai destino

Dia 9

Dia Fabuloso para nós, caso para dizer “Ai destino, ai Destino”… ainda dizem que não existe!
É neste dia que começa a nossa felicidade;) Fui levar a minha mãe ao aeroporto enquanto a Soraia se deslocou ao CROUS para implorar e chorar por uma casa. É claro que meteu logo conversa com o irmão brasileiro Alexandre (pois ela mete conversa com tudo o que mexe), quando lá cheguei já tínhamos um papel cheio de residências femininas para ligar. Fomos ver mais uma casa por volta das 19h na place do Monge, mas quando dissemos que iríamos ficar seis meses, o monsieur disse… “Caguem lá nisso!” Já conformadas com este destino apanhámos o bus (pois temos um mega passe) e decidimos tentar a nossa sorte num colégio de freiras. Vá… até podia ser engraçado… Um pouco perdidas com a numeração da rue Cardinal Lemoine uma senhora portuguesa que nos pergunta: “ Vós estais à procura de queee?”. Ao qual respondemos: “Não nos diga que é porteira?” (isto pq um tuga que trabalha no cybercenter disse nos que as porteiras tugas sabem tudo e mais alguma coisa). A senhora respondeu: “Sou porteira sinhe”. Ficámos radiantes e vimos ali toda a nossa esperança depositada. A senhora disse que não conheci nada que tivesse pa alugar mas que tinha uma casa de campo em Orly Ville, o que nos pareceu mesmo muito bem!
Dia 8

Ver três casas nenhumas delas cool . Quando íamos ver uma casa, parecia mais uma procissão porque vinham 20 macacos atrás para ver a mesma casa. Mais um pouco e tinha que haver senhas para tanta gente! Começámos a ficar tão desesperadas, que estávamos prontas para pagar qualquer preço por um tecto. Mais um dia sem nada e a tristeza e desespero a contribuírem… Foram dias tão tristes que não há registo fotográfico!
Dia 7

Neste fabuloso domingo fomos á Sorbonne, para ver se alguém atendia e se nos ajudavam. RIEN. Fechado. Fomos para os cafés e continuamos a ligar para todos os contactos do PAP e a única resposta era : “ C´est louye, merci!”. Resto do dia (tentámos) passear pelo Panthèon e Rue Soufflot.

Dia infeliz já a desesperar. Deve ter sido tão secante que nem nos lembramos de mais pormenores. Mais dias virão.
Dia 6

Começamos bem o dia comprando a revista “Particulier a Particulier” para procurar uma home sweet home… Era tão doce, mas tão doce, que íamos morrendo de diabetes só de ver o preço. O preço rondava os 1100 a 1900eur por casa…, casa não… barraca, porque casas aqui só a partir dos 2000€ por mês. Andamos o dia inteiro nisto. Acabamos por jantar em casa de uns amigos em Bezons e pernoitamos quase até ser diaaaa. Viva aos emigrantes ;)

O inicio | Debut | The beginning


Finalmente vamos poder iniciar a estória de erasmus em Paris, ainda que com alguns problemas a nível técnico que por não saberem falar francês vão demorar a ser resolvidos.

Dia 5


A despedida no aeroporto foi mais pacífica do que se esperava, nada de choros e lamentações, apenas a promessa de voltar… daqui a 5 meses. Chegada a Orly pelas 19.30 (hora francesa), com viagem sem turbulência apesar da Srª. Comandante dizer o contrário;). Já na espera de táxi, com 3 malas das grandes e boas, mais 40 000 sacos que trazíamos no avião, só rezávamos para que nos calhasse na rifa uma carrinha das grandes… e não é que calhou?! Tudo a correr lindamente até que chegámos ao hostel e nos deparámos com uma camarata com 10 pessoas bastante “porquinhas e desarrumadas”, tal não foi o susto com o cenário que decidimos nos deslocar ao hotel Íbis na Bastille. Ora não queriam mais nada… ter um quartinho (disse o senhor), com a chegada do Papa e da Madonna, era só o que mais faltava ter um espacinho para as Lords Portuguesas que vêm sem reserva. Com tanto descontentamento voltámos angustiadas para o vale dos porquinhos, qual não foi o nosso espanto que teríamos que carregar com todas as malas ate ao 6º andar sem elevador, bom não é? Também queriam… Este 6º andar, acabaria por passar para o 4º, que finalizou a sua escala no R/C. Franceses muito complicados… Passadas 5h acordamos para a vida francesa, para procurar casa…

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Ainda sem tempo e internet para escrever fica o filme...

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assim que tivermos tempo escrevemos tudo... ja temos casa... tranquilo!!!!